mar 31 2014

RESILIÊNCIA PARA PROFISSIONAIS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI)

A chamada “Sociedade do Conhecimento” (Drucker, 1999) caracterizada pela internacionalização dos mercados, por pressões por produtividade e competitividade que as empresas vêm sofrendo, está trazendo sérias consequências para os profissionais, principalmente para os atuantes nas áreas de Tecnologia da Informação, a TI.
Certamente, se você trabalha nesta área, sabe o quanto ela vem evoluindo e o quanto você mesmo pode comprovar, durante a sua carreira, a quantidade de transformações no modo de trabalhar, que esta área vem passando – mesmo que você tenha menos de 5 anos de atuação na área de TI. Segundo o relatório do Gartner 2013 – Cool Vendor, este cenário não é situacional, trata-se de uma condição que precisa ser continuada e estimulada para tornar-se ainda mais estrutural.
A mudança é o fator determinante da sobrevivência e continuidade da TI, porque esta área continua sendo a alavanca para a estratégia corporativa e o sucesso organizacional das empresas. A mudança passou para a condição de ter que fazer parte do DNA da área de TI, nas palavras do relatório, “o futuro da TI é assegurado como um agente de mudança e o sujeito da mudança”.
Desta forma, cada vez mais aumentará a demanda por profissionais de TI mais especializados, com atribuições mais complexas, com maior capacidade de gerenciamento avançado de informações, de adaptação e maior habilidade analítica. A tendência é de um cenário onde a TI será um ambiente ainda mais dinâmico, criativo e essencial para o negócio!
Boa notícia? Vamos com calma… Um crescimento ainda mais avassalador, que acaba sendo desordenado, onde as empresas buscam sua sobrevivência a qualquer preço, ou melhor dizer, a qualquer custo. Compradores de serviços com prazos cada vez menores e com orçamentos cada vez mais apertados, acarretando no esgotamento dos profissionais de TI, catalisado por toda a pressão por resultados. Certamente, você já viu esse filme antes… Nesta condição, mais do que nunca, os profissionais de TI precisam ficar atentos a algo que costuma ser “deixado para o futuro”, os efeitos deste cenário em suas vidas. Isto, por uma questão de pura sobrevivência, física e emocional.
O profissionais de TI são fortes e determinados por natureza, mas com frequência ouvimos no mercado uma típica frase: “Não aguento mais essa área!”. Esses profissionais precisam movimentar-se com o mesmo afinco que fazem no trabalho, para o desenvolvimento da capacidade de resgatar e fortalecer comportamentos para o adequado enfrentamento do estresse em seu dia-a-dia. Resiliência é diferente de Resistência! Precisam preservar a sua capacidade de manter o foco na solução do problema (o que são muito bons em fazer), administrando suas emoções, sem precisar de confronto ou de afastamento da situação – estratégias que só aumentam o estresse interno. Enfim, está mais do que na hora destes profissionais priorizarem o desenvolvimento do comportamento RESILIENTE.
A boa notícia, então, é que a RESILIÊNCIA pode ser aprendida e está ao alcance de todos que queiram desenvolvê-la. Somos capazes de resgatar esses comportamentos e de consolidá-los. Para isso você precisa encontrar um caminho para fortalecer sua cesta de comportamentos e organizar suas crenças para o enfrentamento efetivo das adversidades, aproveitando sua vida e as oportunidades que estão diante de você.
Soraya Oliveira, Coach em Resiliência

Atenciosamente,

 
Fhillip Rodrigues

 

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mar 31 2014

Edição 43 Modelos de Carta e 45 publicações

Edição 43

Edição 43

Modelos de Carta e 45 publicações

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mar 26 2014

Cursos on line na FGV de graça

Introdução a Administração Estratégica

  • Pré-requisito: Nenhum
  • Início do curso: Imediato
  • Período de inscrição: Imediato
  • Carga horária: 5 horas

O curso revisita, por meio de um olhar histórico, os caminhos percorridos pelas organizações do planejamento à administração estratégica.

Será apresentado um enfoque sistêmico sobre o processo de administração estratégica, conceituando o que é visão estratégica de um negócio, discutindo a importância do planejamento e analisando os modelos de mudança.

 David Menezes Lobato

David Lobato é Doutor em Engenharia de Produção pela UFRJ, Mestre em Engenharia de Produção pela UFF e certificado em cursos pela Columbia Business School, Wharton Business School, University of California, Skill Dynamics Canada – an IBM Canada Company e Ansoff Associates. Trabalhou na IBM Brasil, onde atuou como Coordenador do Instituto de Planejamento Organizacional. É Diretor da DB2 Lobato, consultoria especializada em Gestão Empresarial. Lobato, além de professor dos cursos do FGV Management, é Coordenador Acadêmico do MBA Executivo em Administração de Empresas, primeiro MBA a distância da Fundação Getulio Vargas, produzido e veiculado pelo FGV Online.

Fonte: http://www5.fgv.br/fgvonline/Cursos/Gratuitos/Introducao-A-Administracao-Estrategica-/OCWADMEAD-01slsh2009-1/OCWADMEAD_00/SEM_TURNO/365

 

Balanced scorecard

  • Pré-requisito: Nenhum
  • Início do curso: Imediato
  • Período de inscrição: Imediato
  • Carga horária: 5 horas

O curso apresenta uma retrospectiva histórica da evolução dos processos de medida da qualidade. Há uma reflexão também sobre o novo perfil de funcionário que se faz necessário para gerenciar mudanças.

Além disso, trata das relações de equilíbrio, e de causa e efeito das quatro perspectivas do Balanced Scorecard. Fecharemos o curso, refletindo sobre o papel dos indicadores de desempenho como sensores do líder da organização.

 

Fernando Antonio Ribeiro SerraDoutorado em Engenharia Metalúrgica pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (2003), Mestrado em Materiais e Metalurgia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1997), MBA em Management para Gerentes e Diretores pela FGV/RJ (1997) e Graduação em Engenharia Metalúrgica pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1980). Atualmente é professor da UNISUL – Universidade do Sul de Santa Catarina, onde dirige a Unisul Business School e é professor do Mestrado em Admnistração. É professor do programa FGV Management. Sua experiência como docente inclui a coordenação do Mestrado em Administração da UNISUL e atuação no IBMEC/RJ, IAG PUC-Rio, Candido Mendes – Ipanema e UFRRJ. Sua experiênica profissional inclui cargos de direção e consultoria, destacando a de Diretor das Fundições do Rossio de Abrantes (Abrantes, Portugal) e de Gerente da Metalúrgica Magotteaux (Rio de Janeiro, Brasil). Tem atuado como conselheiro de empresas. Sua área de pesquisa é Estratégia, Inovação e Empreendedorismo na abordagem da RBV – Resouce-Based View. É pesquisador com bolsa de produtividade do CNPq a partir de 2010.

 

Mestre em Análise de Sistemas pelo Instituto Militar de Engenharia/IME. Engenheira Pelo CEFET. Possui experiência profissional como consultora em organizações de grande e médio porte. Foi sócia do Instituto de Pesquisa da Grifo Enterprise. Validou metodologias do custo da má qualidade junto a University of Tampa na Florida. Trabalha no desenvolvimento da Metodologia de Estudos de Caso para pequenas e médias empresas junto com professor da Babson College e SEBRAE. Obteve a graduação como Coach avançada pelo ICI. Autora dos livros de Administração Estratégica pela Editora Reichmann & Affonso (esgotado) e do de Administração Estratégica pela Editora Insular e do Livro de Estratégia Empresarial da FGV. Autora do curso a distância de Balanced Scorecard do FGV online. Revisora do livro de tomada de decisão da coleçào Harvard essencial. Montou e coordenou a coordenadora da Incubadora de Negócio do IBMEC e foi professora da graduação e pos. Ganho prêmio de destaque entre os melhores professores no ano de 2004, 2005, 2006, 2007, 2008, 2009, 2010. Faz parte do quadro de honra da FGVmanagement ano 2009.

 

Alexandre Pavan TorresMestre em Planejamento de Transportes pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – COPPE/UFRJ. Engenheiro Industrial pelo Centro Federal de Educação Tecnológica – CEFET. Autor do livro Administração Estratégica, editado pela Reichmann & Affonso Editores. Professor em cursos de pós-graduação do Programa FGV Management da Fundação Getulio Vargas e do Programa MBA da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ. Coordenador do Programa Jovens Empreendedores da UFRJ. Consultor de empresas nas áreas de planejamento estratégico, gestão de processos, plano de negócios e jogo de negócios. Sua experiência profissional inclui a docência em cursos de empreendedorismo, coordenação de cursos superiores de administração, coordenação de projetos pela Siemens e consultorias em empresas de pequeno, médio e grande porte.

 

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mar 26 2014

Segunda Empregável Edição 42

Edição 42

Edição 42

Falar Errado e 22 publicações

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mar 26 2014

Câmara aprova Marco Civil da Internet

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Texto manteve ‘neutralidade’ e desobrigou guarda de dados no Brasil. Prioritário para o Planalto, projeto seguirá agora para análise do Senado.

 Após meses de intensas negociações, a Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (25), por votação simbólica, a criação do Marco Civil da Internet, projeto considerado uma espécie de constituição da rede mundial de computadores. Após concessões do governo em pontos antes considerados “cruciais” pelo Planalto, partidos aliados e da oposição retiraram todas as 12 propostas de alteração ao texto que haviam sido apresentadas em plenário (leia aqui a íntegra do texto final aprovado).

Até o PMDB, maior crítico ao relatório do deputado Alessandro Molon (PT-RJ), cedeu e se absteve de defender quaisquer modificações na redação. A proposta, que estabelece direitos e deveres de usuários e provedores de rede, seguirá agora para análise no Senado antes de ir à sanção presidencial.

Considerado “prioridade” pelo governo, o Marco Civil da Internet impedia a deliberação de outros projetos de lei no plenário desde outubro do ano passado, já que tramitava em regime de urgência.

Neutralidade


Um dos pilares do projeto, a neutralidade de rede, sofreu algumas alterações no texto, mas foi mantido. Por esse princípio, os provedores não podem ofertar conexões diferenciadas, por exemplo, para acesso somente a emails, vídeos ou redes sociais. O principal entrave estava na regulamentação do princípio pelo Poder Executivo, principalmente em relação às exceções à norma.

O texto original previa que a neutralidade fosse regulamentada por meio de decreto presidencial.

Partidos da oposição e da base aliada, sobretudo o PMDB, temiam que assim o presidente da República fizesse alterações significativas sem ouvir o Congresso. Para obter acordo, Molon especificou que o tema seria regulamentado “para fiel execução desta lei”, sem autonomia para grande modificação por parte do presidente.

O objetivo é destacar que a regulamentação serve exclusivamente para viabilizar a aplicação da Lei do Marco Civil da Internet. Além disso, o relator incluiu ainda a obrigatoriedade de o presidente ouvir a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e o Comitê Gestor da Internet (CGI) antes de formular o decreto.

De acordo com o relator do texto, as exceções servirão para garantir prioridade a “serviços de emergência” e a qualidade de algumas transmissões, como vídeos ao vivo. Assim, a transmissão de e-mails, por exemplo, pode ter menor prioridade no tráfego de dados em prol de outros serviços.

Críticos da neutralidade dizem que o princípio restringe a liberdade dos provedores para oferecer conexões diferenciadas conforme demandas específicas de clientes e que sua aplicação obrigatória pode encarecer o serviço para todos indistintamente. A proposta não impede a oferta de pacotes com velocidade diferenciada.

Armazenamento de dados


Para viabilizar a aprovação da proposta, o governo também abriu mão do armazenamento no Brasil de dados de usuários brasileiros, com a instalação de data centers no país de empresas de internet, como o Google e o Facebook.

A medida tinha o objetivo de garantir a privacidade dos internautas e de dados do próprio governo brasileiro diante das denúncias de que os Estados Unidos teriam espionado comunicações da presidente Dilma Rousseff com ministros e assessores.

No entanto, parlamentares da base aliada se opunham à proposta argumentando que a exigência iria encarecer o acesso na internet. Para obter acordo, o relator da proposta, Alessandro Molon (PT-RJ), retirou esse trecho do projeto, com o aval do Planalto, mas reforçou que empresas internacionais precisam respeitar a legislação brasileira no tocante a transmissões de rede ocorridas no país.

“Em qualquer operação de coleta, armazenamento, guarda e tratamento de registros, dados pessoais ou de comunicações por provedores de conexão e de aplicações de internet em que pelo menos um desses atos ocorram em território nacional, deverá ser obrigatoriamente respeitada a legislação brasileira, os direitos à privacidade, à proteção dos dados pessoais e ao sigilo das comunicações privadas e dos registros”, diz artigo do projeto do Marco Civil.

Com o intuito de assegurar a liberdade de expressão e impedir a censura, o provedor de aplicações de internet somente poderá ser responsabilizado civilmente por danos decorrentes de conteúdo gerado por terceiros se, após ordem judicial específica, não tomar as providências para, no âmbito e nos limites técnicos do seu serviço e dentro do prazo assinalado, tornar indisponível o conteúdo apontado como infringente
Art. 19 do Marco Civil da Internet,
em trecho referente à liberdade de expressão

Retirada de conteúdo


De acordo com o projeto, provedores de conexão à web e aplicações na internet não serão responsabilizados pelo uso que os internautas fizerem da rede e por publicações feitas por terceiros.

Atualmente não há regras específicas sobre o caso e as decisões judiciais variam – alguns juízes punem sites como o Facebook e Google por páginas ofensivas criadas por usuários, enquanto outros magistrados optam por penalizar apenas o responsável pelo conteúdo.

De acordo com a nova legislação, as entidades que oferecem conteúdo e aplicações só serão responsabilizadas por danos gerados por terceiros se não acatarem ordem judicial exigindo a retirada dessas publicações. O objetivo da norma, segundo Molon, é fortalecer a liberdade de expressão na web e acabar com o que chama de “censura privada”.

O trecho era alvo de polêmica, sobretudo entre parlamentares do PMDB. Para o partido, esse artigo ajuda os provedores, mas prejudicará pessoas que eventualmente se sintam constrangidas por algum conteúdo publicado que seja evidentemente ilegal. Isto porque os provedores poderão não se sentir obrigados a retirar o conteúdo após a mera notificação do usuário, já que eles terão a garantia de que só serão responsabilizados se descumprirem ordem judicial exigindo a indisponibilidade da publicação.

Fim do marketing dirigido


Pelo texto aprovado, as empresas de acesso não poderão “espiar” o conteúdo das informações trocadas pelos usuários na rede. Há interesse em fazer isso com fins comerciais, como para publicidade, nos moldes do que Facebook e Google fazem para enviar anúncios aos seus usuários de acordo com as mensagens que trocam.

Essas normas não permitirão, por exemplo, a formação de bases de clientes para marketing dirigido, segundo Molon. Será proibido monitorar, filtrar, analisar ou fiscalizar o conteúdo dos pacotes, salvo em hipóteses previstas por lei.

Sigilo e privacidade


O sigilo das comunicações dos usuários da internet não pode ser violado. Provedores de acesso à internet serão obrigados a guardar os registros das horas de acesso e do fim da conexão dos usuários pelo prazo de seis meses, mas isso deve ser feito em ambiente controlado.

A responsabilidade por esse controle não deverá ser delegada a outras empresas.

Não fica autorizado o registro das páginas e do conteúdo acessado pelo internauta. A coleta, o uso e o armazenamento de dados pessoais pelas empresas só poderão ocorrer desde que especificados nos contratos e caso não sejam vedados pela legislação.

Relator e líder do governo defendem projeto
Após a aprovação, o relator disse acreditar que a Câmara melhorou a proposta do governo. Para Alessandro Molon, apesar das alterações e concessões, ficaram garantidos os princípios que ele considera pilares do Marco Civil da Internet: a neutralidade na rede, a privacidade e a liberdade de expressão.

Hoje nada impede que a navegação do usuário seja gravada, identificada e vendida, violando a privacidade do usuário. Com o Marco Civil isso não poderá acontecer”
Alessandro Molon (PT-RJ), relator do Marco Civil da Internet

Hoje nada impede que a navegação do usuário seja gravada, identificada e vendida, violando a privacidade do usuário. Com o Marco Civil isso não poderá acontecer. Também não existe lei que garanta que não haverá cobrança para uso diferenciado do acesso à internet, para quem quiser baixar música, assistir vídeo. O marco proíbe isso e coloca em lei essa proibição, algo que nos Estados Unidos caiu no Judiciário, mas ainda não tem lei”

, explicou.

O líder do governo na Câmara, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), agradeceu pela aprovação e disse que os deputados superaram preocupações de cunho político e ideológico. Ele negou que a lei seja uma forma de o governo intervir na liberdade da internet.

Fonte: http://g1.globo.com/politica/noticia/2014/03/camara-aprova-marco-civil-da-internet.html

 

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