maio 09 2014

Você não está sozinho no mundo

Em uma pequena chácara vivia uma mulher e seu marido fazendeiro. Por lá também viviam alguns animais: a vaca, o porco, a galinha e o RATO.

O rato vivia tranquilamente em um buraco na parede da casa e tinha boa convivência com os outros animais, mas em um certo dia ficou desesperado.

A senhora dona da casa havia colocado uma ratoeira para pegá-lo.

Na hora que viu a armadilha, saiu correndo para pedir ajuda a seus colegas animais:

– Vaca, nós estamos com um problemão, armaram uma ratoeira lá na casa.

A vaca, que estava mascando capim, deu risada.

– Nós? Por um acaso entro na casa do fazendeiro? Aliás, você já viu ratoeira pegar vaca? Isto é problema seu.

O rato ainda desesperado saiu a procura do porco:

– Porco, está havendo uma baita confusão, a mulher do fazendeiro colocou uma ratoeira em casa.

– Ratoeira? Olha o meu tamanho, você acha que ratoeira pega um porco como eu? Se vire, isto é um problema seu.

O rato, triste e perplexo por ninguém lhe ajudar, correu para conversar com a galinha:

– Galinha, nós estamos com um problema muito sério.

– Mais problemas eu não aguento, já tenho que botar um monte de ovos e você me aparece com mais problemas? Não quero nem saber…

– Mas tem uma ratoeira armada lá na casa, disse desesperadamente o rato!

– Mas isso não é comigo, é contigo.

O rato foi embora triste e desapontado, pois não conseguiu sensibilizar ninguém a ajudá-lo.

À noite todos dormiram e, de repente, splaft.

A ratoeira desarmou.

O barulho chamou a atenção de todos lá na chácara. Todos correram para ver o que aconteceu……..

inclusive o rato.

Era uma cobra cascavel que havia sido pega na ratoeira.

A mulher levantou-se e foi tirar a cascavel da ratoeira e num descuido, tomou uma picada.

Foi levada imediatamente ao hospital por seus parentes, onde ficou internada por vinte dias, na volta, com a saúde muito debilitada, precisava de muitos cuidados e uma alimentação especial.

Qual a melhor dieta para recuperar a saúde?
Canja!
Lá se foi a galinha.

Depois de um mês, com a saúde restabelecida, resolveu oferecer um almoço para todos seus parentes que a tinham ajudado.
E lá se foi o porco (assado no espeto).

Para completar o tratamento no hospital tinha ficado muito caro, não houve alternativa, tiveram que vender a vaca para um açougueiro.

Cuidado: a ratoeira pode não te pegar em um primeiro momento, mas seus efeitos podem ser devastadores.

Mario Sergio Cortella, conta no livro Qual é a tua Obra, que já falamos aqui, esta fábula do rato e do fazendeiro, como fábula da coletividade.

No livro comenta sobre como geralmente nos consideramos proprietários de uma posição especial (assim como a vaca, o porco e a galinha) que nos faz ficar cegos e não enxergar o problema dos outros como um problema também nosso.

Esta falta de coletividade, companheirismo e certa arrogância é um problema que afeta muitos relacionamentos.

Em uma relação de trabalho ou afetiva, devemos sempre dedicar atenção a um problema do próximo, cuidar do outro.

O mínimo de atenção dedicada, respeito, conversa e por fim um esforço para reverter o problema do nosso próximo, além de uma atitude digna e ética, também é proteção a si mesmo.

Lembre-se: Você não é proprietário de uma posição especial, o cenário pode mudar, a ratoeira pode não te pegar diretamente, mas os efeitos dela podem te afetar.

fonte: http://verken.com.br/wp/fabula-do-rato-e-companheirismo/

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maio 06 2014

Produtividade pessoal, organização e empregabilidade

A Matriz de Eisenhower ajudou a ganhar a 2ª Guerra e pode vencer as suas pendências também

Uma matriz de apenas 4 células, que serve para identificar o que fazer primeiro e o que pode ser descartado, foi usada pelo general que planejou a estratégia aliada na Segunda Guerra, e pode ajudar você a passar mais tempo fazendo o que realmente importa.

Dwight Eisenhower, como general, foi o responsável por formular os planos gerais da estratégia dos EUA na 2ª Guerra Mundial, e depois ainda lhe coube executá-los, comandando todas as forças aliadas na Europa, incluindo o desembarque na Normandia, que hoje conhecemos como “o” Dia D.

 

 

Anos depois ele se tornou presidente dos EUA, sendo responsável por criar a NASA e a DARPA (agência de pesquisa que, entre outras coisas, deu os passos iniciais de implantação da Internet).

A História conta (e o livro The Victors, de Stephen E. Ambrose1 é a referência recomendada a quem gosta do assunto) que o envolvimento de Eisenhower com o planejamento da 2ª Guerra começou em um domingo de inverno, quando ele se apresentou para seu superior em um novo posto em Washington, e o superior (o Gen. Marshall, comandante das forças armadas) lhe perguntou, simplesmente: “Qual deveria ser nossa linha geral de ação?”

Eisenhower pediu algumas horas e elaborou, em uma única folha amarela de papel, as linhas gerais que apresentou ao seu superior ao final do mesmo dia, e que acabaram sendo a base de toda a estratégia que levou à vitória dos aliados, alguns anos depois, em 1945.

Esse grau de clareza e síntese ao planejar as próximas ações é algo a que nem todos nós podemos aspirar a ter, mas uma das ferramentas essenciais usadas por Eisenhower está sempre ao nosso alcance: a Matriz de Eisenhower.

É possível que você a conheça por outro nome. Eu, como Administrador, tive o privilégio de aprendê-la na escola (ainda que sem referência ao General, que não a inventou mas a tornou célebre por usá-la).

O que a Matriz faz é muito simples: divide os problemas de acordo com a sua urgência e a sua importância:

Ah, pensa o esperto leitor, esse diagrama eu já conheço.

Espero que já conheça o diagrama mesmo, mas é hora de usá-lo como mais do que um simples instrumento para triagem de emergência. Quando Eisenhower estava escrevendo a sua lista, juntamente à sua primeira recomendação, ele anotou: “Velocidade é essencial” – e é mesmo, mas se você passar seus dias apagando incêndios e cuidando do bebê que já está com febre, não conseguirá avançar para além desse nível operacional e reativo.

Oriente seu esforço em direção à célula 2.

Note que a matriz tem 4 células, sendo que a de número 2 (do alto, à direita) é aquela em que você deveria se esforçar para passar a maior parte do tempo cuidando: o que é importante, mas não urgente. Ações planejadas, que levam a avanço estratégico e a ganhos de longo prazo. Gestão. Execução de planos.

Para chegar a isso, entretanto, você precisa superar a célula 1, que concentra o que é importante mas também é urgente. Enquanto houver itens aqui, eles precisam ser atendidos e resolvidos – por alguém. Precisa ser você? E, se precisar, precisa ocupar todo o seu tempo disponível? Pense em como você pode promover ações que reduzam o surgimento de novos itens nessa célula, de modo a poder terminar de lidar com os que já estão nela e poder evoluir para a célula 2.

Escape da célula 3 e não abra espaço para a célula 4.

Na célula 3 você encontra tudo que é interrupção e distração mas não gera valor considerável para os seus objetivos: é o urgente, mas não importante. O telefonema que interrompe a sua concentração mas não traz nenhuma informação nova, o ícone piscando para avisar que um semi-desconhecido mencionou o seu nome numa rede social, etc. Tudo isso demanda ação imediata, mas não traz nenhuma vantagem – procure removê-los da sua rotina.

Já a célula 4 é a perda de tempo por definição, ao menos quando estamos considerando a realização de trabalho2: o que não é importante, nem urgente. Trivialidades, atividades sem sentido e outros desperdícios de esforço.

Colocando em prática hoje mesmo

Hoje (ou em qualquer outra data) é provável que você tenha mais tarefas em aberto do que terá condições de resolver imediatamente, e assim precisará priorizá-las.

Experimente distribui-las entre os 4 quadrantes. Nem sempre é fácil, porque nossa vida não é cartesiana, mas faça o melhor possível, colocando cada tarefa em apenas uma das células.

Quando acabar de classificar, lide com as tarefas assim:

Célula 4: não é importante, nem urgente. Descarte imediatamente sem maior análise, ou guarde para avaliar no final do dia por que essa tarefa está pendente, e como se livrar dela considerando que ela não tem importância.

Célula 3: é urgente, mas não é importante. Se você tiver recursos à sua disposição, delegue imediatamente, com a missão de evitar que a mesma situação volte a ocorrer. Se você não tiver recursos (estamos juntos nessa!), adie até depois de tratar da célula 1, e aí se encarregue você mesmo de eliminá-la e prevenir que ela volte.

Célula 1: É importante, e é urgente. Resolva já, pessoalmente – ao menos até que a parte importante acabe. Depois, mova para a célula 3 e trate adequadamente.

Célula 2: É importante, mas não é urgente. Com a prática, é aqui que você vai passar a maior parte do seu tempo. No momento, apenas defina quando cada uma das tarefas que estão nessa célula terão que estar resolvidas, e programe a próxima ação que terá que realizar em cada uma delas.

Os passos acima são o uso mais básico da Matriz, mas o que ela tem de mais relevante é o aperfeiçoamento ao longo de suas repetições, com o objetivo de ter cada vez mais tempo e recursos disponíveis para a Célula 2.

Afinal, como disse o próprio Eisenhower, o que é urgente nem sempre é importante, e o que é realmente importante raramente é urgente.

  1.  Que talvez você conheça por meio da série de TV Band of Brothers, baseada em um livro dele de mesmo nome.
  2.  Embora na célula 4 se concentrem ótimas oportunidades que conduzem a elementos importantes da célula 2 quando se trata da qualidade de vida: o convívio, o lazer, etc. – é necessário saber reconhecer os contextos em que as atividades relacionadas a eles são importantes. 

31/10/2013

Fonte: http://efetividade.net/2013/10/a-matriz-de-eisenhower-ajudou-a-ganhar-a-2-guerra-e-pode-vencer-as-suas-pendencias-tambem.html

Sugerido por: Fhillip Rodrigues

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abr 17 2014

Como ser bem sucedido na busca de um novo emprego

Olá participante da Rede Profissional Linkedin

“Tenha sempre em mente, que o fato de não ter sido bem sucedido em determinado processo seletivo não significa necessariamente alguma deficiência profissional.”

Atuo na área de Recursos Humanos há mais de 30 anos, tempo suficiente para saber que não existe fórmula mágica para se conquistar um bom emprego.O processo de seleção nas empresas é complicado, principalmente por envolver fatores subjetivos. Apenas para exemplificar, vivenciei em várias ocasiões, situações em que candidatos com excelente perfil profissional, adequados para preencher a vaga, por ocasião da entrevista final com o responsável da área foram descartados por motivos pessoais. Simplesmente o responsável pela área não se identificou pessoalmente com o candidato apesar de considerar a pessoa certa para preencher a vaga.

Tenha sempre em mente, que o fato de não ter sido bem sucedido em determinado processo seletivo não significa necessariamente alguma deficiência profissional. Invariavelmente a questão pessoal é fator de decisão para contratar ou não determinado profissional. Não existe o melhor ou o pior candidato e sim aquele e reúne competências técnicas e comportamentais mais adequadas para o desempenho do cargo.

No mundo corporativo existe uma realidade que não se aprende na faculdade e, mais cedo ou mais tarde temos que aprender a lidar.  Nem sempre um Chefe, Gerente ou Diretor desempenham suas funções apenas por reunir condições técnicas e comportamentais para tal. Muitas vezes são titulares do cargo por política interna da empresa, indicação, parentesco, recomendação e por vários outros fatores. Descobrimos que para desempenhar uma atribuição com sucesso, temos que lidar com diversos interesses e precisamos obter consenso da equipe sem o qual nada se realiza adequadamente.

A linha do tempo da nossa vida profissional é um eterno aprendizado, oferecendo cada vez mais dificuldades que devemos encarar com equilíbrio e competência. Cortes nos processos seletivos, promoções não concretizadas, salário inadequados são questões que devemos estar preparados para enfrentá-las.

Bons salários nem sempre correspondem, na mesma proporção, ao nível de competência. No cotidiano das empresas sempre constatamos injustiças e temos que conviver com elas. Entretanto, sair da zona de conforto, enfrentar desafios, tentar, errar, tentar novamente e acertar demonstra o tamanho do sucesso profissional que é diretamente proporcional à dedicação e perseverança. É preciso ter capacidade para encontrar novos caminhos, ter ousadia e equilíbrio para mudar, ser apaixonado pelo que faz enxergar oportunidades e segui-las até atingirmos nossos objetivos.

Marco Aurelio
Recursos Humanos
Site Engenharia Civil Brasil

Rede Linkedin – Grupos
Engenharia Civil Brasil
Vagas Engenharia Civil Brasil

 

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mar 31 2014

Profissionais reativos não chegam a lugar nenhum

Fernando Mantovani

Nas conversas que tenho com alguns profissionais, percebo que a preocupação de muitos deles deriva de situações como “minha empresa não faz nada por mim”, “meu chefe promete e não cumpre”, “nunca sou promovido”. Há alguma coisa em comum entre essas situações, além da sensação de decepção: a postura reativa.

O profissional reativo não cresce na carreira porque ele perde muito tempo esperando. Ele deseja que o chefe e a empresa façam algo por ele, e esquece de que ele mesmo é o único responsável por suas escolhas. É claro que isso não faz com que seja menos grave o fato de uma empresa não valorizar um profissional ou de um gestor fazer promessas que jamais serão cumpridas. Mas, principalmente em tempos de pleno emprego, não existe desculpa para se manter desmotivado e infeliz na carreira.

Tomar decisões nunca é algo fácil, mas ter uma postura proativa e decidida abre portas e pode mudar para muito melhor a vida de um profissional. A pessoa com iniciativa, que quer produzir e fazer mais do que a própria função exige, é cada vez mais bem visto pelas empresas. O reativo, que se acomoda e espera que algo aconteça sem questionar e propor inovações para a sua equipe, tende a continuar esperando. A iniciativa é um talento valorizado: saiba desenvolvê-lo!

 

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mar 31 2014

RESILIÊNCIA PARA PROFISSIONAIS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI)

A chamada “Sociedade do Conhecimento” (Drucker, 1999) caracterizada pela internacionalização dos mercados, por pressões por produtividade e competitividade que as empresas vêm sofrendo, está trazendo sérias consequências para os profissionais, principalmente para os atuantes nas áreas de Tecnologia da Informação, a TI.
Certamente, se você trabalha nesta área, sabe o quanto ela vem evoluindo e o quanto você mesmo pode comprovar, durante a sua carreira, a quantidade de transformações no modo de trabalhar, que esta área vem passando – mesmo que você tenha menos de 5 anos de atuação na área de TI. Segundo o relatório do Gartner 2013 – Cool Vendor, este cenário não é situacional, trata-se de uma condição que precisa ser continuada e estimulada para tornar-se ainda mais estrutural.
A mudança é o fator determinante da sobrevivência e continuidade da TI, porque esta área continua sendo a alavanca para a estratégia corporativa e o sucesso organizacional das empresas. A mudança passou para a condição de ter que fazer parte do DNA da área de TI, nas palavras do relatório, “o futuro da TI é assegurado como um agente de mudança e o sujeito da mudança”.
Desta forma, cada vez mais aumentará a demanda por profissionais de TI mais especializados, com atribuições mais complexas, com maior capacidade de gerenciamento avançado de informações, de adaptação e maior habilidade analítica. A tendência é de um cenário onde a TI será um ambiente ainda mais dinâmico, criativo e essencial para o negócio!
Boa notícia? Vamos com calma… Um crescimento ainda mais avassalador, que acaba sendo desordenado, onde as empresas buscam sua sobrevivência a qualquer preço, ou melhor dizer, a qualquer custo. Compradores de serviços com prazos cada vez menores e com orçamentos cada vez mais apertados, acarretando no esgotamento dos profissionais de TI, catalisado por toda a pressão por resultados. Certamente, você já viu esse filme antes… Nesta condição, mais do que nunca, os profissionais de TI precisam ficar atentos a algo que costuma ser “deixado para o futuro”, os efeitos deste cenário em suas vidas. Isto, por uma questão de pura sobrevivência, física e emocional.
O profissionais de TI são fortes e determinados por natureza, mas com frequência ouvimos no mercado uma típica frase: “Não aguento mais essa área!”. Esses profissionais precisam movimentar-se com o mesmo afinco que fazem no trabalho, para o desenvolvimento da capacidade de resgatar e fortalecer comportamentos para o adequado enfrentamento do estresse em seu dia-a-dia. Resiliência é diferente de Resistência! Precisam preservar a sua capacidade de manter o foco na solução do problema (o que são muito bons em fazer), administrando suas emoções, sem precisar de confronto ou de afastamento da situação – estratégias que só aumentam o estresse interno. Enfim, está mais do que na hora destes profissionais priorizarem o desenvolvimento do comportamento RESILIENTE.
A boa notícia, então, é que a RESILIÊNCIA pode ser aprendida e está ao alcance de todos que queiram desenvolvê-la. Somos capazes de resgatar esses comportamentos e de consolidá-los. Para isso você precisa encontrar um caminho para fortalecer sua cesta de comportamentos e organizar suas crenças para o enfrentamento efetivo das adversidades, aproveitando sua vida e as oportunidades que estão diante de você.
Soraya Oliveira, Coach em Resiliência

Atenciosamente,

 
Fhillip Rodrigues

 

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